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sábado, 3 de dezembro de 2011

S o m e t h i n g



Quando o azul se torna preto,
E o olhar em respeito.
Quando o sol se esconde atrás da lua
E os sorrisos escondem as lágrimas.

Consegue controlar a beleza?
Consegue controlar a amizade?
Consegue controlar a raiva?
Consegue controlar a diferença?

A beleza mais bonita
É Aquela que não se vê,
É aquela que se sente como
Quem acende um isqueiro
Para fumar o ultimo cigarro.

Duas pequenas partículas
Movem-se numa constante metamorfose,
Até que uma colide e funde.
Coitado do pequeno electrão,
Que vai ficar a movimentar-se,
Até que a energia lhe falhe.

Eu ouço o teu palpitar.
As tuas pálpebras dilatam.
Tudo gira em torno de um desejo.
A voz não fala e os ouvidos não ouvem.

Um humano é sempre um humano.
O que nos distingue?
A nossa beleza interior?
O privilégio de criarmos amizades?
O auto controle?

O que nos distingue são,
Os rótulos.
Estupidamente criados por,
Nós. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

b a c k , i ' m b a c k !


Que sensação de felicidade,
Este estremecer do coração,
Esta liberdade de ter e poder,
Amar alguém como tu.
Dizem que ser poeta é ser,
Superior,
Astuto,
Mas não!
Ser poeta é divagar,
Escrever tão suavemente
Como aquela brisa que crias
Cada vez que os nossos lábios se juntam.
Imagina algo único,
Uma pequena partícula,
Tão pequena e ao mesmo tempo,
Tão grande.
Queriam os Homens,
Algo tão puro e simples.

domingo, 5 de junho de 2011

I l o o k t o y o u !


I walked a year last night
And wrote your name in the sand
And I couldn't help but smile when
the stars shone so bright
Reminding me of that dangerous glint
in your eye

It wasn't the first time I'd made
such a journey
But this time the shiver down my spine
wasn't from the cold
I was alone
Alone when you were so close
Yet set yourself so far

So I sit and watch the lights sparkle
in the faraway city
And try and guess which one belongs to you
And just like the waves will wash your
name from the sand
My tears will wash your kisses
from my cheeks ( ...  )

sexta-feira, 3 de junho de 2011

 

When you are gone from this world you will always remain in the hearts that you have touched.

u m s e r i n a c t i v o ...


Contigo, 
foi a minha imaginação,
a minha alegria, 
foi tudo ! 

Sem ti,
não sou nada mais,
que papel queimado. 

Aquelas escadas, 
aquela toque,
aquela alegria, 
foram contigo.

Eu não te mereço,
nem a tua artéria morta.

Eu sou o maior cobarde de todos,
se me apaixono de mais, 
fugo, 
sem destino,
porquê é que não chega?

As tuas palavras, 
são os meus pensamentos,
deixa-me ir! 

Não deixo, 
falta o oxigénio e os nutrientes,
deste corpo triste e, 
cansado. 

És um vício,
simplesmente,
fujo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

s e m i m a g i n a ç ã o !




"I play to win, whether during practice or a real game. And I will not let anything get in the way of me and my competitive enthusiasm to win." 


segunda-feira, 30 de maio de 2011

t r ê s p o n t o s !


Não sou poeta, 
sou apenas um amador,
de palavras e sentimentos.

Fugo,
enterro,
choro,
e corro,
e caminho, 
para um lugar sem fim.

Sou assim, 
um mar vazio, 
onde em tempo,
a corrente rasgava, 
o sorriso da tua cara. 

Tenho que encarar a realidade, 
não sou nada mais, 
que, 
nada. 

Não me arrependo, 
eu sou assim, 
triste e sozinho.

O para sempre
jamais existirá, 
mentaliza-te !

domingo, 29 de maio de 2011

n o v e m b e r 2 0 0 9


Do you know,
it's just like,
half of me didn't come,
back to Portugal.

It was a really cold day ,
but someone came next to me,
and warm up my cold dark,
heart.

I'll never forget that smile,
That touch,
those hugs and kisses.

Do you know,
the connection between a paper, 
and pen? 
Wherever they are,
they need each other, 
and I need you. 

I need you ...



s o l i d ã o

Depois de tudo, 
para quê continuar a lutar?

Magoas como aquele, 
sismo,
que provocaste no meu,
organismo. 

Onde foram as borboletas?

Será que podemos deixar,
de sentir,
de um momento para o,
outro?

Da próxima vez eu vou ser, 
a minha salvadora, 

Não vou levantar vôo,
tu cortaste as minhas, 
asas.

Pará com o relâmpago,
sobre mim, 
não me magoes mais. 


Vou mudar o jogo,
desta vez vou jogar a,
meu favor, 
pela primeira vez. 

Para quê é que estamos,
a lutar ?

sábado, 28 de maio de 2011

t r a b a l h o , t r a b a l h o e m a i s t r a b a l h o

Hoje posso dizer, 
já não aguento mais átomos, 
nem números. 

O pesadelo do português,
e do inglês. 

Para melhorar a vida, 
aturamos filosofia,e
biologia e, 
educação física! 

Onde está o entusiasmo,
de tentar fazer melhor, 
de sentir-mos que somos,
minimamente capazes. 
Estudantes de Portugal,
se estam cansados, de 
esta carga imensa,
de levantar cedo, 
de políticas incorrectas, 
de pessoas mal formadas, 
revoltem-se !

Revolta-te, sobre tudo, 
e sobre todos. 
Onde está a magia da escola?
Só queremos férias!

domingo, 22 de maio de 2011

a t é a m a n h ã !


CYA : )

p e q u e n i n o !


Quero conhecer-te,
Quero que sejas melhor que eu,
Quero que nunca esqueças esta mãe,
Maravilhosa, que nunca te vai fazer,
sofrer. 

Vais crescer, e 
provalvelmente nem te vais lembrar,
de mim. 

Vais ser Homem,
e vais lutar, vais sofrer e vais sonhar, 
vais viver.

Vais ter alegrias,
e tristezas, amor e traições, 
vais viver. 

Vais ser um aluno aplicado,
jogador responsavel,
Líder! 
Vais viver ! 

Trovisco

m o ç a s o r r i , e s t á s v i v a !


O vento já se faz sentir, 
é como mais um sopro no coração,
quente mas agitado.
A alegria desta sensação,
elimina a mulher pequena,
farta de falsos testemunhos,
mentiras e máscaras .

Quantas máscaras usas?
Podes tirá-las?
Deixa-me conhecer-te, não
fiques só na memória, 
mostra quem tu és. 

És triste como este vento,
sem sentido, que entra
por aqui e por ali sem
destino.
Solitário.

A solidão não te deixa,
ouvir os passáros,
desabafa, abre o coração, 
por tão muito, muito, muito..

E tão pouco, pouco, pouco,
os teus olhos vêem, 
nesta escuridão,
cheia de fumos e,
onde há fumos há fogo. 

Esta batalha semanal, 
a olhar oara ti .
Porque tu entraste sorateiramente e, 
não te cansas de tirar o pôlen desta, 
flor! Aproveita, pois não dura, 
para sempre, as flores murcham. 

E está já murchou ...




d o y o u k n o w s o m e t h i n g a b o u t l i f e ?

I F  Y O U  K N O W  P L E A S E  L E T  M  E  K N O W  T O O  .

w a r


Why do I fight alone? Everyday I wake up , and a sound of gun I heard. It's this life? Walking on the street afraid to die, for no reason. Am I that coward? I've created my own war, the war that I call 'black', and this black isn't because I'm racist , it's because there's no light. I actually don't see bodys on the flood, I don't see blood, but the stupid feeling inside of me that wants to destroy everything, why? I feel alone even when a million of people it's around me. Anyone asked to born, right? Let's fight, kill everything that I don't like, people should be afraid of me because I'm nothing, and been nothing gives me a unique power. How can a person live without feelings? WE can't even when this feelings are really bad, but we live with it. No one knows the reasson of war, but I know. War was made by the cowards, who needed to saccharify other people to feel happy. I'm a coward, let me end this war and then I'll become a hero.

sábado, 21 de maio de 2011

c o i s a s d i f e r e n t e s

Nascemos, sozinhos, não por vontade própria!
Vivemos, sozinhos, não por vontade própria!
Morremos, sozinhos, não por vontade própria!

Simplesmente a vida é algo que não
Desejamos, mas inútilmente,
Lutamos por ela, e no fim,
Fica a história do pobre tolo.

Este Homem, vagabundo, solitário,
É só uma pequena partícula de lixo,
Que sendo ele assim, pequeno,
consome-se a si mesmo, na esperança,
de ser relembrado.

Mas pessoas, humanos e animais,
Ninguém se vai lembrar de TI,
Porquê?
Não sei, nasci assim,
Não por vontade própria.

A m o r t e d o p o e t a

É com estas palavras,
Sujas, tristes e borratadas
Que digo que é,
A morte do poeta.

Morte esta,
Esperada pelos devoradores
De palavras e de pequenos
Surtos de sentimentos.

Magoas como o vento,
Corta a pele descascada,
Em dias de inverno.

Ainda alguém se lembra,
De sujar a calçada?
Nela muitos foram Homens.
Mas hoje os teus passos corroem,
O pobre calcário.

Digo e repito,
Hoje celebrasse,
A morte do poeta!

Tu matas!

w h a t a b o u t l o v e ?

"The giving of love is an education in itself."