O vento já se faz sentir,
é como mais um sopro no coração,
quente mas agitado.
A alegria desta sensação,
elimina a mulher pequena,
farta de falsos testemunhos,
mentiras e máscaras .
Quantas máscaras usas?
Podes tirá-las?
Deixa-me conhecer-te, não
fiques só na memória,
mostra quem tu és.
És triste como este vento,
sem sentido, que entra
por aqui e por ali sem
destino.
Solitário.
A solidão não te deixa,
ouvir os passáros,
desabafa, abre o coração,
por tão muito, muito, muito..
E tão pouco, pouco, pouco,
os teus olhos vêem,
nesta escuridão,
cheia de fumos e,
onde há fumos há fogo.
Esta batalha semanal,
a olhar oara ti .
Porque tu entraste sorateiramente e,
não te cansas de tirar o pôlen desta,
flor! Aproveita, pois não dura,
para sempre, as flores murcham.
E está já murchou ...
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