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domingo, 22 de maio de 2011

m o ç a s o r r i , e s t á s v i v a !


O vento já se faz sentir, 
é como mais um sopro no coração,
quente mas agitado.
A alegria desta sensação,
elimina a mulher pequena,
farta de falsos testemunhos,
mentiras e máscaras .

Quantas máscaras usas?
Podes tirá-las?
Deixa-me conhecer-te, não
fiques só na memória, 
mostra quem tu és. 

És triste como este vento,
sem sentido, que entra
por aqui e por ali sem
destino.
Solitário.

A solidão não te deixa,
ouvir os passáros,
desabafa, abre o coração, 
por tão muito, muito, muito..

E tão pouco, pouco, pouco,
os teus olhos vêem, 
nesta escuridão,
cheia de fumos e,
onde há fumos há fogo. 

Esta batalha semanal, 
a olhar oara ti .
Porque tu entraste sorateiramente e, 
não te cansas de tirar o pôlen desta, 
flor! Aproveita, pois não dura, 
para sempre, as flores murcham. 

E está já murchou ...




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